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Seleção portuguesa de râguebi procura corrigir imagem no Europe Championship
Portugal disputa o Rugby Europe Championship 2026 (REC26), a partir de sábado, com o objetivo de corrigir a imagem deixada em 2025 quando, após assegurar a qualificação para o Mundial2027, se ficou pelo quarto lugar.
Vice-campeã nos dois anos anteriores, a seleção portuguesa venceu os três encontros da fase de grupos, incluindo na visita à Roménia, mas perdeu, depois, contra a Espanha, nas meias-finais e, novamente com os romenos, na atribuição do terceiro e quarto lugares.
Este ano, os 'lobos' voltam a enfrentar os mesmos adversários, mas inverte-se o local dos jogos, ou seja, Portugal visita a Bélgica, no sábado, e a Alemanha, dia 14, antes de receber a Roménia, dia 22, no último encontro do Grupo B.
A seleção lusa encara o REC26, portanto, como uma oportunidade para voltar, pelo menos, ao pódio e dissipar quaisquer dúvidas que restem quanto às melhorias apresentadas nos dois últimos jogos internacionais, em novembro, quando venceu Hong Kong (52-18) e Canadá (33-27), duas seleções que também vão estar presentes no próximo Mundial.
É que se o arranque do REC25 foi auspicioso, com a equipa orientada por Simon Mannix a garantir a presença no Austrália2027 com vitórias nos primeiros dois jogos, seguidas por um triunfo sólido na Roménia (34-6), as quatro derrotas que lhes sucederem lançaram um clima de suspeição sobre o trabalho do selecionador e a renovação em curso.
Aos desaires caseiros, que deixaram Portugal fora do pódio do Europeu, seguiu-se a pior derrota de sempre da história da seleção, por 106-7, em julho, também em Lisboa, frente a uma Irlanda desfalcada de todas as suas ‘estrelas’, que se encontravam em digressão com os British and Irish Lions.
E em novembro, frente ao Uruguai, mais do que a derrota (26-8) contra uma seleção que, soube-se depois, vai ser adversária no Campeonato do Mundo, foi a exibição pobre que fez soar os ‘alarmes’ nas hostes do râguebi português.
A equipa orientada por Simon Mannix tem, por isso, uma oportunidade para mostrar no REC26 que o tropeção frente aos ‘teros’ não foi mais do que um acidente de percurso, mas só o regresso ao pódio europeu e, de preferência, à final, poderá afastar definitivamente quaisquer suspeitas.
O técnico neozelandês assegurou, em novembro, que vai continuar a testar e a dar oportunidades a novos jogadores antes de ‘fechar’ o grupo, tendo em vista a preparação do Mundial, mas o Austrália2027 está a apenas um ano e meio de distância e Portugal precisa, no mínimo, de ganhar confiança e tranquilidade para preparar a sua terceira participação na prova sem sobressaltos.
Se Portugal, 21.º classificado do ‘ranking’ mundial, vencer na Bélgica (21.ª) e na Alemanha (35.º), deve assegurar, desde logo, a presença nas meias-finais, independentemente do confronto com a Roménia (22.ª), mas o ideal será terminar o Grupo B em primeiro lugar para jogar as meias-finais em casa e evitar o previsível cruzamento com a Geórgia, amplamente favorita no Grupo A, onde defronta Espanha, Países Baixos e Suíça.
Os georgianos são, novamente, os principais candidatos a erguer o troféu do REC, cujas finais, este ano, voltam a ser disputadas em campo ‘neutro’, em Madrid, depois de Badajoz (2023) e Paris (2024) antes de, no ano passado, terem sido jogadas em casa das seleções melhor classificadas na fase de grupos.
O REC26 começa no sábado, com o encontro entre Países Baixos e Espanha, do Grupo A, em Amesterdão, às 12:00, mas a seleção portuguesa só entra em campo às 19:00, para defrontar a Bélgica, em Mons (horas de Lisboa).
Portugal visita, depois, a Alemanha, em 14 de fevereiro, às 12:00 (hora de Lisboa), e recebe a Roménia, em 22 do mesmo mês, às 17:30. As meias-finais estão previstas para 07 ou 08 de março e a finais serão jogadas em 15 desse mês, em Madrid.
Em caso de vitória no REC26, a seleção portuguesa alcança o segundo título europeu do seu historial, repetindo o feito de 2004, quando superou toda a concorrência sob o comando de Tomaz Morais.
A Geórgia venceu 17 das 23 edições do Rugby Europe Championship já disputadas, entre as quais as últimas oito edições, enquanto a Roménia ergueu o troféu em cinco ocasiões e Portugal apenas uma.
Este ano, os 'lobos' voltam a enfrentar os mesmos adversários, mas inverte-se o local dos jogos, ou seja, Portugal visita a Bélgica, no sábado, e a Alemanha, dia 14, antes de receber a Roménia, dia 22, no último encontro do Grupo B.
A seleção lusa encara o REC26, portanto, como uma oportunidade para voltar, pelo menos, ao pódio e dissipar quaisquer dúvidas que restem quanto às melhorias apresentadas nos dois últimos jogos internacionais, em novembro, quando venceu Hong Kong (52-18) e Canadá (33-27), duas seleções que também vão estar presentes no próximo Mundial.
É que se o arranque do REC25 foi auspicioso, com a equipa orientada por Simon Mannix a garantir a presença no Austrália2027 com vitórias nos primeiros dois jogos, seguidas por um triunfo sólido na Roménia (34-6), as quatro derrotas que lhes sucederem lançaram um clima de suspeição sobre o trabalho do selecionador e a renovação em curso.
Aos desaires caseiros, que deixaram Portugal fora do pódio do Europeu, seguiu-se a pior derrota de sempre da história da seleção, por 106-7, em julho, também em Lisboa, frente a uma Irlanda desfalcada de todas as suas ‘estrelas’, que se encontravam em digressão com os British and Irish Lions.
E em novembro, frente ao Uruguai, mais do que a derrota (26-8) contra uma seleção que, soube-se depois, vai ser adversária no Campeonato do Mundo, foi a exibição pobre que fez soar os ‘alarmes’ nas hostes do râguebi português.
A equipa orientada por Simon Mannix tem, por isso, uma oportunidade para mostrar no REC26 que o tropeção frente aos ‘teros’ não foi mais do que um acidente de percurso, mas só o regresso ao pódio europeu e, de preferência, à final, poderá afastar definitivamente quaisquer suspeitas.
O técnico neozelandês assegurou, em novembro, que vai continuar a testar e a dar oportunidades a novos jogadores antes de ‘fechar’ o grupo, tendo em vista a preparação do Mundial, mas o Austrália2027 está a apenas um ano e meio de distância e Portugal precisa, no mínimo, de ganhar confiança e tranquilidade para preparar a sua terceira participação na prova sem sobressaltos.
Se Portugal, 21.º classificado do ‘ranking’ mundial, vencer na Bélgica (21.ª) e na Alemanha (35.º), deve assegurar, desde logo, a presença nas meias-finais, independentemente do confronto com a Roménia (22.ª), mas o ideal será terminar o Grupo B em primeiro lugar para jogar as meias-finais em casa e evitar o previsível cruzamento com a Geórgia, amplamente favorita no Grupo A, onde defronta Espanha, Países Baixos e Suíça.
Os georgianos são, novamente, os principais candidatos a erguer o troféu do REC, cujas finais, este ano, voltam a ser disputadas em campo ‘neutro’, em Madrid, depois de Badajoz (2023) e Paris (2024) antes de, no ano passado, terem sido jogadas em casa das seleções melhor classificadas na fase de grupos.
O REC26 começa no sábado, com o encontro entre Países Baixos e Espanha, do Grupo A, em Amesterdão, às 12:00, mas a seleção portuguesa só entra em campo às 19:00, para defrontar a Bélgica, em Mons (horas de Lisboa).
Portugal visita, depois, a Alemanha, em 14 de fevereiro, às 12:00 (hora de Lisboa), e recebe a Roménia, em 22 do mesmo mês, às 17:30. As meias-finais estão previstas para 07 ou 08 de março e a finais serão jogadas em 15 desse mês, em Madrid.
Em caso de vitória no REC26, a seleção portuguesa alcança o segundo título europeu do seu historial, repetindo o feito de 2004, quando superou toda a concorrência sob o comando de Tomaz Morais.
A Geórgia venceu 17 das 23 edições do Rugby Europe Championship já disputadas, entre as quais as últimas oito edições, enquanto a Roménia ergueu o troféu em cinco ocasiões e Portugal apenas uma.